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Parceria com a MPB desde 1923

Nos primórdios da MPB, o compositor era, antes de tudo, um idealista e um sonhador. Criava maravilhas - mas nem sempre estava preparado para administrá-las. O rádio estava nascendo. Os primeiros discos começavam a ser gravados. O talento pioneiro de artistas como Pixinguinha começava a ser comercializado. Foi nesse contexto que surgiram as primeiras editoras musicais no Brasil.

Compor depende de imaginação, talento e competência técnica. Mas, uma vez pronta, a música, além de obra de arte, torna-se, também, patrimônio. E o que garante sua existência, digamos, material, é a edição de sua partitura e o registro feito na entidade competente.

Fundada em São Paulo em 1923, a Editora Vitale se mantém nestes mais de 80 anos como uma grande parceira de alguns dos maiores nomes da nossa história musical. Em seu acervo, estão mais de 20.000 músicas, de um total de 9 mil autores ou herdeiros. Criada pelos irmãos Emílio, Vicente, Affonso, José e João Vitale, hoje ela é administrada pela segunda geração da família através dos, também, irmãos Fernando, Sérgio, Luiz e Rubens, tanto na matriz de São Paulo como na filial do Rio de Janeiro, existente há mais de 50 anos. O que ela faz: registra a música e edita sua partitura, divulga cada obra e administra comercialmente os respectivos direitos autorais, gerados através da gravação de discos, inclusão de filmes cinematográficos e publicitários, e vendas de partituras, entre tantas outras formas de utilização da obra no Brasil e no exterior.

Nesses anos todos, a Irmãos Vitale orgulha-se de ter merecido a confiança de compositores (e seus herdeiros) como Pixinguinha, Cartola, Ary Barroso, Herivelto Martins, Adoniran Barbosa, Dorival Caymmi, David Nasser, Synval Silva, Mario Lago, Lamartine Babo, Noel Rosa, Assis Valente, Lupicínio Rodrigues, Milton de Oliveira, Ataulpho Alves, Paulinho da Viola, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Silvio Caldas, Wilson Batista, Sivuca, Zequinha Abreu, Dolores Duran, Billy Blanco, Benito de Paula, Tom Jobim, Roberto Menescal, Carlos Lyra, Ronaldo Boscoli, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Durval Ferreira, Silvio César, Silas de Oliveira, Paulo Cesar Pinheiro, Luiz Bonfá, João Roberto Kelly, Nássara, Manoel Ferreira, Luiz Vieira, Antonio Maria, Jorge Benjor, Waldick Soriano, Marcos e Paulo Sergio Valle, Luiz Gonzaga, João Nogueira, Edu Lobo, Sá e Guarabyra, Zé Rodrix, Taiguara, Martinho da Vila, Sidney Miller, Alvarenga e Ranchinho, Roberto e Erasmo Carlos, Nelson Ned, Hermínio Bello de Carvalho, Eduardo Dussek, Rolando Boldrin, Fernando Lobo, Tião Carreiro e Carreirinho, Sergio Reis, e tantos outros. E de ter participado, como alavanca, do sucesso nacional e internacional de músicas como Lamento, Aquarela do Brasil, Tico-tico no fubá, Noites cariocas, Na Baixa do Sapateiro, Atraente, Brejeiro, Upa neguinho, Camisa amarela, Brasil pandeiro, Ave-Maria no morro, Foi um rio que passou em minha vida e milhares de outras. Essa confiança também se reflete na quantidade obras estrangeiras sub-editadas no Brasil pela Vitale, entre elas os clássicos Aquellos ojos verdes, Besame mucho, Georgia on my mind, Fascination e Uno. No terreno da música erudita, a editora também possui prestigioso acervo, administrando a criação de compositores como Villa-Lobos (48 obras, incluindo as Bachianas nº 4 e 5), Lorenzo Fernândez (32 obras, entre elas Ponteio e a Primeira Suíte Brasileira), Guerra-Peixe (46 composições, incluindo os nove Prelúdios Tropicais, Frevo e a Sonatina nº 2) e Marlos Nobre (19 peças, entre elas Cantiga de cego e Samba matuto), além de Francisco Mignone, Camargo Guarnieri, Radamés Gnatalli e Souza Lima que, durante anos acumulou a função de coordenador e revisor do catálogo erudito da editora.

Desde a década de 60, a Editora Vitale assumiu também o pioneirismo na edição de songbooks no Brasil. O primeiro foi Sucessos Vitale em Bossa Nova, lançado em 1963, com diversas partituras de vários autores do gênero, cifradas para violão e piano. E, de lá para cá, as melhores livrarias e casas de música e instrumentos musicais do país dispõem sempre em suas prateleiras de livros como os 10 volumes da coleção O melhor da música popular brasileira, de autoria de Mário Mascarenhas. O acervo de songbooks da Vitale conta com mais de 40 nomes de compositores e artistas brasileiros e vem proporcionando a músicos e estudiosos um fácil acesso às obras de Pixinguinha, Mutantes, Gonzaguinha, Alceu Valença, Martinho da Vila, Cartola, Roberto Carlos, Aldir Blanc, Legião Urbana, Elis Regina, Barão Vermelho, Fagner, Leo Gandelman, Herivelto Martins, Toquinho, Roberto Menescal, Luiz Gonzaga, Adoniran Barbosa, Carmen Miranda, Johnny Alf, Tim Maia, Nana Caymmi, entre tantos outros.

Além disso, também são editados pela Vitale métodos para ensino musical elaborados por consagrados professores ou músicos como os professores de piano ou acordeom Mário Mascarenhas e Alencar Terra, os tecladistas Luciano Alves e Cristine Prado, o flautista Celso Woltzenlogel, o contrabaixista Adriano Giffoni, os violonistas Carlos Lyra e Almir Chediak, os bateristas Pascoal Meirelles e Rui Motta, o guitarrista Gaetano Kay Galifi, o saxofonista Amadeu Russo, os cavaquinistas "Garoto" e Armandinho, entre outros.

Na área de literatura musical, a Vitale já conta com os trabalhos do pesquisador Haroldo Costa, do cartunista Lan, do jornalista Roberto M. Moura e do escritor Henrique Autran Dourado.

Uma história com esse tamanho, obviamente, tem suas curiosidades. A primeira música administrada pela editora, por exemplo, ao que tudo indica, jamais foi gravada. Trata-se do maxixe E vai daí, de Oliveira Barreto e Aymoré. O que prova que o risco faz parte da atividade, como aliás, de todas as atividades. É também do acervo da Vitale a insólita parceria de Rossini Pinto com o ex-presidente Jânio Quadros, Convite de Amor.

A Editora Irmãos Vitale dispõe ainda de uma ampla loja em São Paulo, localizada no bairro da Vila Mariana, na Rua França Pinto, 42. Nela, é possível encontrar instrumentos e acessórios musicais, CD, DVD e fitas, além de uma enorme variedade de livros e songbooks nacionais e importados, representados e distribuídos pela editora.

Como se vê, a Vitale tem tradição, mas não parou no tempo. Ao contrário, mostra-se cada vez com mais energia num mercado que é mutante - mas que ela conhece desde o início. E, se Pixinguinha e Ary Barroso confiaram a ela algumas de suas obras-primas, é porque sabiam exatamente o que estavam fazendo.

 
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